quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Descubra o que valoriza seu imóvel


Condomínio barato, vista atraente, boa localização e facilidade de estacionamento elevam o valor de venda ou do aluguel

Carin Homonnay Petti

Seja na compra para uso próprio ou para investimento, vale a pena ter em mente as características que ajudam a mais tarde valorizar o imóvel na eventual venda ou aluguel da propriedade. Alguns fatores independem do perfil do morador, como bom estado geral de conservação, ventilação, luminosidade, vista atraente, ausência de umidade e, na maior parte dos casos, facilidade de estacionamento.
Outras características tendem a mudar conforme o perfil sócio-econômico do comprador ou inquilino. “Moradores de imóveis de alto padrão tendem a preferir ruas residenciais e sossegadas, enquanto pessoas de menor renda buscam proximidade do transporte coletivo”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo).
O valor do condomínio também é relevante, sobretudo nas propriedades mais baratas, em que taxas altas afugentam interessados. O número de vagas na garagem é outro fator que muda conforme a conta bancária – quanto maior a renda, mais vagas são exigidas.
Quer reformar? Antes de derrubar as paredes, saiba que nem toda obra conta pontos para comercialização. “Muitas das modificações estéticas são apenas para o próprio prazer, sem retorno financeiro”, afirma o arquiteto Saulo Szabó, do escritório Szabó e Oliveira Arquitetura. Ele exemplifica: “o comprador pode não se dispor a pagar a mais por piso de mármore caríssimo, até porque pode não gostar dele”.
Por isso, se o objetivo for ganhar mais na venda ou aluguel, ele recomenda investir no encanamento, rede elétrica, esquadrias de qualidade e, se for o caso, ar-condicionado. “Imóveis com boa infraestrutura valem mais”.
Fonte: IG

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Internet: aliada dos negócios imobiliários

A internet já se consolidou como excelente ferramenta de negócios para diversos setores. O consumidor, por sua vez, mostra gradativas mudanças em seu perfil, especialmente no que diz respeito ao aumento da confiança e da segurança para efetuar transações on-line. De olho nessa tendência, as empresas investem com vigor na modernização de suas páginas, tornando-as mais atrativas, mais fáceis de navegar.


Igualmente observado no mercado imobiliário, esse movimento apresenta particularidades quando se trata do segmento de imóveis usados. As imobiliárias que atuam nesse nicho se preparam para atender a uma nova demanda de cliente, aquele que chega ao corretor munido de todas as informações e em busca apenas de suporte para adquirir seu imóvel.


A internet reforça dia a dia seu fantástico potencial, suas infinitas possibilidades, dentre as quais a de promover transformações diretas e indiretas, que permitem organizar, modernizar e levar à evolução os mais diversos mercados. É importante prestar atenção no cliente e no potencial de negócios oferecido pela internet.

Recentemente, estive em mais uma Convenção da NAR, a National Association of Realtors, entidade americana que congrega mais de 1,2 milhão de corretores de imóveis. Participo do evento há 13 anos, quando a internet era incipiente e despertava a preocupação de que tomasse o espaço das empresas do setor e dos corretores. Ao longo do tempo, porém, o tom mudou completamente e a internet se tornou a maior aliada dos corretores. O motivo principal é que imóveis não são commodities. A maioria das vendas envolve muita emoção, e é aí que o papel do intermediador se torna fundamental.

Nos Estados Unidos, a imensa maioria dos negócios imobiliários é realizada com exclusividade, prática que proporciona respeito ao corretor e o torna referência nos negócios imobiliários. Engana-se enormemente o proprietário que, pretendendo atingir maior número de compradores, distribui seu imóvel a várias empresas ou profissionais. O resultado será uma má prestação do serviço e insatisfação geral, contribuindo para a imagem equivocada de que corretores são maus profissionais.

A maneira correta de vender imóveis é dar exclusividade a uma empresa ou um profissional, exigir e fiscalizar o serviço. O profissional imobiliário não é mais o único detentor da informação de mercado. Nos últimos anos, o consumidor passou a buscar a informação e hoje sabe muito mais, cabendo ao corretor procurar entendê-lo para poder prestar o melhor serviço. E isso transcende o mero atendimento; envolve questões de natureza sociológica, psicológica, mercadológica. ]

O corretor deve estar preparado para moldar com o cliente o serviço desejado. A partir do momento que encontrar a solução e adequá-la às necessidades, o corretor fideliza o cliente. Como consultor, ele tem de saber como utilizar melhor a informação. O seu papel é o de ajudar a fechar negócio, dando segurança ao cliente. À medida que nosso mercado evoluir, estaremos preparados tecnicamente para atender o cliente.

O cliente virtual, a exemplo do consumidor moderno, está cada vez mais exigente, repleto de informações. Por isso mesmo, tem outros tipos de dúvidas e precisa de profissional capacitado a assessorá-lo do começo ao fim da transação. Aperfeiçoamento, treinamento e atualização tornam-se obrigatórios para aqueles que almejam fidelizar clientes, muito mais do que conquistá-los.

Nesse cenário, cabe às empresas investir ainda em tecnologia, na modernização de equipamentos e de sistemas, além de proporcionar condições que garantam a qualidade no atendimento não só por parte do corretor, mas de todos os colaboradores.

Vale ressaltar também a utilização da internet avança na mesma velocidade em que as vendas de computadores superam as de televisores. Tomando por base os expressivos números de acesso atuais e considerando os planos de inclusão digital previstos pelo governo para os próximos anos, é possível imaginar o quanto esse instrumento se tornará indispensável no dia a dia das pessoas.

* Luiz Fernando Gambi é diretor geral de Comercialização e Marketing do Secovi-SP e da Rede Secovi de Imóveis

Promessa de campanha, Dilma tenta destravar ‘Minha Casa, Minha Vida’

Fonte: O Estado de São Paulo


Valor máximo dos imóveis que podem ser financiados nas cidades com 1 milhão de habitantes subirá para acelerar programa

Edna Simão

BRASÍLIA - O governo da presidente Dilma Rousseff já prepara a sua primeira bondade política para dar um incentivo adicional à segunda fase do programa "Minha Casa, Minha Vida" e aos financiamentos para uma parcela da classe média.

Estagnado há mais de três anos, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em cidades com mais de 1 milhão de habitantes pode ser corrigido ainda neste mês pelo Conselho Curador do FGTS e saltar de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil e R$ 170 mil.

O objetivo é acelerar o programa entre as famílias com renda mensal entre seis e dez salários mínimos nos grandes centros urbanos, como São Paulo, Brasília e Rio - onde os preços dos imóveis são mais elevados e não se enquadravam nos montantes definidos pelo FGTS.

O programa é uma prioridade de Dilma, que na campanha eleitoral se comprometeu a construir pelo menos 2 milhões de moradias em seus quatro anos de governo. No final do ano passado, o conselho aprovou um orçamento de R$ 46,9 bilhões para este ano - R$ 30,6 bilhões para habitação.


Ao mexer no teto do valor do imóvel financiado para regiões metropolitanas e grandes cidades, também serão revistos os limites para localidades com menos moradores. Para cidades com população entre 250 mil e 1 milhão de habitantes, o valor é de R$ 100 mil e nos demais municípios, R$ 80 mil. A sugestão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) é de que essas faixas sejam fixadas em R$ 100 mil e R$ 130 mil. Para o teto, a proposta é de R$ 150 mil.

"Talvez o reajuste seja um pouco menor do que esses números, mas a correção deve acontecer", afirmou um técnico do governo. O aumento do limite de R$ 130 mil é uma reivindicação antiga do setor de construção civil. Isso porque os valores inferiores tiveram uma atualização em 2009. Um dos atrativos da operação é que a taxa de juros do FGTS é menor que as do mercado.

Irregularidades

Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, o setor aguarda com ansiedade a mudança. "Têm locais em que os valores atuais inviabilizam os empreendimentos", afirmou Simão, acrescentando que os números fixados pelo conselho curador estão fora da realidade, o que pode abrir brecha para irregularidades.
Por enquanto, a atualização de valores está sendo analisada pelo Grupo de Apoio Permanente (GAP), que assessora o Conselho Curador do FGTS. A expectativa de técnicos envolvidos no processo é de que a correção seja aprovada ainda este mês. "Estamos trabalhando para isso", afirmou outro técnico do governo. No ano passado, o assunto foi alvo de discussões e só não foi aprovado porque o Ministério da Fazenda pediu para reanalisar a matéria.

Os analistas da Fazenda queriam avaliar o impacto da medida. Na ocasião, se dizia que a orientação era segurar a aprovação para que a medida fosse anunciada no governo de Dilma.

Menor custo

Existem várias fontes de recursos para a construção de um imóvel financiado. O mais barato é do FGTS e atende a famílias com renda de até R$ 4,9 mil.

Dependendo da localidade, é possível comprar imóveis de acordo com três limites: R$ 80 mil, R$ 100 mil e R$ 130 mil. A vantagem é que a taxa de juros de imóveis construídos com recursos do FGTS é inferior à do mercado. Por exemplo, no caso de um imóvel de R$ 80 mil, as taxas de juros de um imóvel construído com dinheiro do trabalhador variam de 5% a 8,55% mais TR (Taxa Referencial). O financiamento da casa própria também pode ser feito com recursos da caderneta de poupança. Nesse caso, a taxa de juros pode chegar a 12% ao ano.

Fonte:

http://economia.estadao.com.br/noticias/not_51214.htm

As carteiras imobiliárias em 2010 e os ganhos do investidor

Marcelo D' Agosto



No ano de 2010, foram registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 39 ofertas de distribuição de cotas de fundos imobiliários, totalizando um montante recorde de R$ 9,7 bilhões. Destas, 20 ofertas foram concluídas ao longo do ano e somaram R$ 3,3 bilhões. As demais ofertas ainda estão em processo de comercialização.

Pelas informações mais detalhadas das emissões, verifica-se que, das 20 ofertas concluídas, o total de R$ 2,8 bilhões foi efetivamente colocado junto aos vários tipos de investidores (pessoas físicas, institucionais, corporativos, estrangeiros etc), sendo que os maiores compradores foram as pessoas físicas. Do montante colocado, o volume de R$ 2,2 bilhões, equivalente a quase 80%, foi direcionado para pouco mais de 15 mil pessoas físicas.

Metade do volume das ofertas colocadas em 2010 foi de fundos imobiliários cuja política de investimento é adquirir, majoritariamente, lajes de prédios de escritórios para locação para empresas de primeira linha. Esse tipo de fundo atraiu investimentos de cerca de 8 mil pessoas físicas com aplicação média de aproximadamente R$ 130 mil.

Em termos de volume, o segundo tipo de fundo que mais atraiu pessoas físicas foram aqueles cuja política de investimento é adquirir ativos financeiros imobiliários. A aplicação média das cerca de 700 pessoas físicas que investiram nesse tipo de fundo é mais elevada, de cerca de R$ 500 mil.

Com relação à quantidade de investidores, os fundos cuja política de investimentos é comprar imóveis "built-to-suit", ou comerciais, atraíram cerca de 2 mil pessoas físicas cada um. Os imóveis "built-to-suit" são aqueles construídos para atender às necessidades específicas de um determinado locatário e, por consequência, possuem um contrato de locação com características particulares, geralmente de longo prazo. Os imóveis comerciais são aqueles locados para lojas e shopping centers desenvolverem suas atividades mercantis.

A aplicação média das pessoas físicas nos fundos que investiram em imóveis "built-to-suit" foi de R$ 90 mil e nos fundos que investiram em imóveis comerciais foi de R$ 60 mil.

Adicionalmente, mas em menor número e em menor volume, as pessoas físicas também aplicaram seus recursos em fundos imobiliários que possuem como política de investimento a aquisição de imóveis e projetos habitacionais, galpões industriais ou armazéns para distribuição de estoques e cotas de outros fundos imobiliários.


Em termos de ganhos para o investidor, os dados de mercado mostram que, das ofertas encerradas em 2010, a faixa de rendimento corrente dos aplicadores em fundos imobiliário está ao redor de 9,5% ao ano. Esse número é calculado a partir da relação entre a remuneração distribuída pelo fundo e o valor de mercado de sua cota.

Além do rendimento corrente o investidor em fundos imobiliários pode ter um ganho de capital tanto em função da valorização do imóvel quanto pela queda das taxas de juros de longo prazo.

A valorização do imóvel geralmente implica em um aumento dos valores cobrados pelo seu aluguel e a queda das taxas de juros torna o fluxo de caixa gerado pelos alugueis dos imóveis mais valioso. Em ambos os casos a consequência é o aumento do preço de mercado da cota o fundo.

Como vantagem adicional, a pessoa física que aplica no fundo imobiliário possui isenção do imposto de renda sobre seus rendimentos, desde que o fundo imobiliário atenda as exigências da legislação.

A combinação entre a diversidade de políticas de investimento com a boa perspectiva de remuneração comparativamente às opções tradicionais de investimento foi um importante fator para o desempenho recorde do mercado de fundos imobiliários em 2010.

Para 2011 o investidor deverá encontrar diversas alternativas que podem gerar boas oportunidades de investimento desde que os riscos para seu portfólio de investimento sejam toleráveis. Entre as ofertas em andamento, uma boa parte são de fundos que tem como política de investimento a aquisição de ativos financeiros imobiliários.

Uma inovação para 2011 serão os fundos que tem como política de investimento o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários, com o objetivo de capturar e repassar ao investidor o ganho com a valorização do terreno decorrente da atividade de incorporação imobiliária. A maior variedade de alternativas de fundos imobiliários implica, para os investidores, em análises de investimento mais detalhadas.

Marcelo D' Agosto é consultor de investimentos e autor do livro "Como escolher o melhor fundo de investimento"

E-mail marcelodagosto@hotmail.com

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Imóveis com dois dormitórios são foco da classe média!


  O mercado imobiliário tem refletido por meio dos últimos balanços o bom momento do setor. Para se ter ideia, de janeiro a novembro do ano passado foram comercializadas 31 mil unidades residenciais novas na cidade de São Paulo - número bem próximo ao registrado no mesmo período de 2009, de 30 mil moradias. As unidades de dois quartos registraram aproximadamente 40% do total das vendas, seguidas por imóveis de três e quatro dormitórios com, respectivamente, 32% e 17%. Já os de um quarto representaram 11%.
O levantamento, realizado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), prevê que 2010 fechará com aproximadamente 36 mil unidades comercializadas. Esse volume só não foi maior devido às dificuldades de as empresas lançarem empreendimentos - especialmente pela escassez de terrenos em condições favoráveis para a incorporação, principalmente.
Para João Crestana, presidente do Secovi-SP, a diminuição de lançamentos "reforça a necessidade cada vez maior de o poder público e a iniciativa privada estudarem a metrópole de maneira estratégica."


GRANDE SÃO PAULO - A RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) - que engloba o Grande ABC - foi responsável pela venda de 58 mil imóveis novos. A Capital participou com 53% desse montante, ou seja, 31 mil unidades, entre janeiro e novembro do ano passado. No mesmo período, os lançamentos na Região Metropolitana totalizaram 57 mil unidades.
Vale lembrar que o último estudo divulgado pela Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC) - de janeiro a setembro de 2010 - mostra que foram lançadas 6.124 unidades na região, contra 3.187 no mesmo período de 2009.
No que diz respeito às vendas, foram comercializadas 4.540 moradias, de janeiro a setembro de 2010. Desse total, 58,85% das comercializações foram de imóveis com três dormitórios; 26,39% de dois quartos e 14,76% das residências com quatro quartos.


PERSPECTIVAS - O mercado imobiliário no Grande ABC tem fôlego para se manter aquecido (o que significa dizer ativo e dinâmico) nos próximos três anos, segundo a Acigabc.
Para o vice-presidente do Secovi-SP do Interior (que responde pela região), Flavio Amary, o crescimento do mercado imobiliário pode ir além e manter expansão nos próximos seis anos. "Com o deficit habitacional que temos, possivelmente, temos que abastecer, ainda, muitas famílias."
Além disso, segundo o executivo, a classe média representa mais da metade da população do País, atualmente. A expansão do crédito, as taxas de juros acessíveis para aquisição de moradias - que ele estima girarem 8,6% mais TR (Taxa Referencial) até 10,5% mais TR ao ano - e os prazos de até 30 anos para o pagamento são fatores que vão de encontro a esta classe.


Fonte:
http://www.dgabc.com.br/News/5850653/imoveis-com-dois-dormitorios-sao-foco-da-classe-media.aspx

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Brev Contrata - Oportunidades

Venha fazer parte do nosso time!



Segue abaixo as vagas disponíveis e envie já o seu Curriculum!



ASSISTENTES COMERCIAIS
Experiência mínima de 01 ano em atividades de relacionamento com o cliente, apoio a processos comerciais, elaboração de planilhas, apresentações em powerpoint, elaboração de relatórios e controles administrativos.
Escolaridade: Mínimo: ensino médio completo. Desejável: cursando superior
Informática: Pacote Office nível intermediário.
Idade: acima de 21 anos.

ASSISTENTE DE PROSPECÇÃO
Experiência mínima de 01 ano em atividades adminsitrativas em geral.
Escolaridade: Minimo: ensino médio completo. Desejável: cursando superior.
Informática: Pacote Office (Excel e PowerPoint) nível intermediário.

CONSULTOR DE DESENVOLVIMENTO
Experiência mínima de 02 anos em atividades administrativas em geral. Desejável ter atuado junto ao mercado imobiliário.
Escolaridade: Mínimo: cursando superior. Desejável: superior completo.
Informática: Pacote Office (Excel e PowerPoint) nível intermediário.


Os interessados devem enviar currículo para o e-mail rh@brev.com.br

Brasil é o emergente com melhor economia para investimentos imobiliários, aponta pesquisa

Entre todas as nações com maiores chances de valorização, País ficou em quarto lugar no ranking liderado pelos Estados Unidos
Mauricio Lima
Pesquisa realizada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) apontou que o Brasil é opaís emergente mais propício para investimentos estrangeiros no mercado imobiliário no ano de 2011. No ano passado, o Brasil dividiu a segunda colocação com a Índia, ficando atrás somente da China. A Rússia, considerada uma das principais economias emergentes, ficou apenas com a décima colocação.
Entre todos os países do mundo com mais chances de valorização, o Brasil ficou em quarto lugar, atrás de Reino Unido, China e Estados Unidos. Os EUA lideram com 65% dos votos dos investidores participantes da pesquisa, valor mais que seis vezes maior que o apresentado pela China, que obteve 10% dos votos.
Segundo a pesquisa, a melhor cidade para investimentos imobiliários em 2011 é Nova York, seguida por Washington e Londres, que liderou no ano passado.
Os EUA também lideram o ranking dos países para investimentos mais estáveis e seguros, ficando na frente de Alemanha, Canadá, Reino Unido e Austrália. Nenhuma das economias emergentes ficou entre os dez primeiro colocados do ranking.
As imobiliárias e os investidores que responderam as questões da pesquisa controlam mais de US$ 627 bilhões em ativos imobiliários em todo o mundo. A pesquisa revelou ainda que cerca de 40% deste valor está dentro dos Estados Unidos.

Fonte: http://www.cte.com.br/site/ver_noticia.php?id_noticia=3390

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

EM EXPANSÃO, MERCADO IMOBILIÁRIO INTERNACIONAL ATRAI EMPRESAS BRASILEIRAS

Eventos internacionais movimentam o mercado imobiliário em Portugal e Angola

Nosso diretores marcaram presença na Sil


O Salão Imobiliário de Lisboa (SIL), que aconteceu entre os dias 21 e 24 de outubro, marcou o momento de crescimento do mercado imobiliário do mundo inteiro. Portugal e Angola são países que têm acompanhado o ritmo do desenvolvido do setor. E o Brasil não fica de fora, com a proximidade dos dois maiores eventos esportivos, a Copa de Mundo 2014 e as Olimpíadas de 2016, nos quais será sede. Tal fato resultará no aumento da demanda de diversos setores, entre eles, o imobiliário. Em São Paulo, regiões como Zona Leste e Zona Sul estão entre as mais cotadas para investimentos.

Realizada na cidade de Lisboa, em Portugal, a 13ª edição da feira atraiu visitantes profissionais e o público em geral, que procuram propriedades, casas de veraneio e oportunidades de investimento no setor de imóveis e outros países europeus.
 
Em busca de novos mercados fora do Brasil, a Brev Soluções Imobiliárias participou do Salão Imobiliário de Lisboa. O foco do evento foi explorar uma região que está despertando os olhos do mundo inteiro, Angola. Para o diretor de novos negócios da Brev, Fernando Montenegro, o SIL é uma grande oportunidade para fazer excelentes negócios. “Neste ano, a SIL contará com a presença de fortes empresas estrangeiras que estão tendo sucesso e que descobriram um mercado inteiro para se trabalhar. A Build Angola e a Brev Mwandji, mostraram aos angolanos que existem boas possibilidades de moradias a um preço justo”.

BREV SOLUÇÕES IMOBILIÁRIAS

A Brev iniciou seu trabalho no ramo de empreendimentos remanescentes de grandes incorporadoras, mas ampliou o mercado e o foco de atuação. Desde 2005 os sócios enxergaram um espaço no mercado imobiliário e começaram a aprofundar no setor contando com um parceiro importante, a construtora Even que deu a primeira oportunidade para a Brev entrar no mercado. Com uma proposta de mercado moderna e diferenciada, a empresa garante atendimento exclusivo a seus clientes, traçando o perfil de cada um e em busca de melhores oportunidades de negócios. Uma consultoria imobiliária para atender as reais necessidades dos clientes.

BREV ANGOLA

Em 2010, a Brev expandiu os negócios fora do Brasil e, instalou-se no continente africano, na cidade de Luanda, em Angola. O convite para trabalhar no mercado internacional surgiu de uma grande incorporadora brasileira que atua em Angola, desenvolvendo produtos e ampliando o mercado. Mais uma vez, a Brev recebeu um desafio diante da crise econômica do País e as vendas do mercado imobiliário em baixa. Os obstáculos foram superados, as vendas aumentaram e a Brev conquistou Luanda e se povo com o diferencial de atendimento personalizado. Em sete meses, foram sete empreendimentos diferentes lançados e, a Brev vendeu 80% do volume disponível. Com o sucesso de vendas, a incorporadora brasileira responsável já é a maior em volume de vendas da cidade Luanda. Prova desse sucesso é a confirmação de mais 10 lançamentos para o segundo semestre deste ano.

Surgem novos nichos para imóveis de luxo


SÃO PAULO – Com a falta de terrenos como forte entrave, há uma onda de crescimento de lançamentos no mercado de imóveis de luxo, puxada, de modo geral, pela expansão do poder aquisitivo, em regiões até então não tão exploradas pelas empresas do ramo. Agora, as empresas estão de olho na nova população de alto poder aquisitivo, e buscam alternativas de lançamento em algumas cidades que não costumam ter lançamentos para esse público; logo, a tendência é de surgirem novos nichos para esse mercado.
Nesse sentido ganham destaque cidades do Estado de São Paulo como Itu, Jundiaí, Sorocaba e Guarulhos, além de cidades do Vale do Paraíba. Diadema, no Grande ABC, reduto mais popular, também acaba de virar foco da classe A, tanto que receberá o Condomínio Vitta Parque, lançado pelas incorporadoras Helbor e Setin
Para consultores do ramo, a área imobiliária paulista terá uma alta no mercado de luxo com um salto médio de até 20% este ano, na mesma projeção da valorização do metro quadrado. Há perspectiva com novas moradias também em bairros da capital, assim como cidades da região metropolitana. “Se você for parar para ver, venderam-se mais apartamentos de mais de R$ 3 milhões em dois ou três meses deste ano do que no ano passado inteiro. O grande empresário segue a própria empresa”, conta o diretor da construtora Bauman, Fernando Baumann. Ele acredita que esse crescimento segue o aumento do mercado de luxo em geral.
“As pessoas estão apurando seu gosto, aumentando a exigência. Elas buscam luxo, querem um apartamento com mais requinte, mais detalhes”, explica o executivo, cuja empresa atua no mercado de empreendimentos de alto padrão há 35 anos. Apesar disso, o executivo relata alguns problemas que o mercado deve enfrentar no futuro: “Conseguir terreno na cidade de São Paulo atualmente é uma dificuldade muito grande”, ressalta ele.
Para conseguir novos terrenos, as construtoras têm de comprar casas e lojas dentro de bairros, mas nem sempre encontram moradores dispostos a ceder o terreno. “A família mora lá há anos, e ninguém quer sair daquela casa”, diz. Para ele, uma tendência para o mercado seguir crescendo em São Paulo é a reforma de prédios antigos, como acontece em cidades como Nova York. “A construtora compra esqueletos e refaz os prédios para vender”, conta Fernando Baumann.
Hoje, na cidade de São Paulo, os lançamentos de luxo estão concentrados principalmente em bairros da zona sul, responsável por 41% do mercado. No primeiro semestre de 2010, foram lançados 17 mil imóveis na cidade de São Paulo, segundo dados do Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP). O aquecimento do setor leva ao aumento do preço dos imóveis e à valorização do metro quadrado, que deve subir 20% em 2010.
Interior
A dificuldade de encontrar terrenos em São Paulo também leva à busca por imóveis no interior paulista, que também observa o crescimento do mercado de luxo. Cidades do Vale do Paraíba e a região de Itu e Sorocaba, por exemplo, tornaram-se alvo da especulação recentemente.
“A cidade de São Paulo tem áreas pequenas para prédios, mas para grandes empreendimentos é difícil”, conta Alexandre Cardoso, presidente da Apoena Imóveis. “A procura está indo para a região de Itu e para o eixo da cidade de Jundiaí”, declarou o executivo. Segundo ele, a Apoena lançou recentemente, em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, o empreendimento Reserva dos Lagos. Com terrenos de 400 a 600 metros quadrados, o condomínio vendeu 70% dos lotes disponíveis em 30 dias de venda.
Cardoso comemora o resultado: “Loteamento fechado, normalmente, demora de 6 meses a um ano depois do lançamento para ser vendido”, conta. “No Reserva dos Lagos, depois de 60 dias de venda os terrenos tiveram uma valorização de 25%.”
Empreendimento em Itu.
O próximo grande lançamento previsto pela Apoena será um empreendimento na região de Itu, e as expectativas também são boas. “Esse empreendimento já conta com 200 interessados na compra dos 186 lotes disponíveis. É o público de São Paulo mesmo que busca um imóvel como investimento ou para lazer, uma segunda moradia”, explica. “Essa região de Sorocaba está crescendo muito. A Castello Branco foi eleita a melhor rodovia e a Toyota está abrindo uma fábrica na cidade”, finaliza.
Região metropolitana
O mercado imobiliário de alto padrão também começa a chegar a municípios conhecidos por abrigarem classes mais baixas, sem uma conhecida demanda por imóveis de luxo. Um exemplo é a cidade de Diadema, no Grande ABC, que receberá o Condomínio Vitta Parque, lançado pelas incorporadoras Helbor e Setin. “Vendemos, no fim de semana de lançamento, 70% do empreendimento”, explica João Mendes, diretor comercial da Setin.
De acordo com o executivo, a cidade de Diadema, com mais de 300 mil habitantes, não tinha empreendimentos do porte do Vitta Parque, que tem mais de 15 mil metros quadrados e apartamentos de 3 e 4 dormitórios que podem chegar a 113 metros quadrados. “Não vejo isso como um crescimento, mas como o suprimento de uma demanda reprimida”, explica.
O empreendimento fica localizado a 300 metros do Shopping Praça da Moça, a cinco minutos da Rodovia dos Imigrantes e a cerca de 15 minutos do Metrô Jabaquara, tornando-se acessível mesmo para quem trabalha em São Paulo.
Outro alvo novo do mercado de alto padrão é o Município de Guarulhos. O bairro Vila Rosália é um dos alvos, e recentemente recebeu um empreendimento feito pela Cia São Paulo em parceria com a Plazza Brasil Imóveis. Segundo a Cia São Paulo, a falta de opção de imóveis de alto padrão em Guarulhos leva muitos potenciais consumidores a procurar moradia em bairros tradicionais, como Tatuapé, Mooca e Anália Franco, em São Paulo. “Nos últimos anos houve uma demanda significativa por apartamentos com quatro dormitórios. Tivemos poucos lançamentos com essas características, e foram vendidos rapidamente”, explica o diretor de Planejamento da empresa, Ronald Paixão.
Confira este empreendimento em Itu: http://www.brev.com.br/imovel.php?id=323